Permaneço com a Igreja Católica!

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Encontrei um artigo escrito pelo Pe. Joãozinho e publicado no site da Comunidade Canção Nova, logo no início do pontificado de Bento XVI. Durante a leitura deste, e de outros muitos artigos, pude perceber como, desde o princípio, Jesus Cristo nos ia revelando Bento XVI como este “pilar da fé”, da Igreja Católica.
Por vezes criticado pelo conservadorismo, o Santo Padre nos ensinou o zelo e a fidelidade à Igreja, à Sua moral e doutrina, e à vontade de Deus. Nos ensinou a, com firmeza e coragem, combater o relativismo, o fundamentalismo e as contrariedades.
Nos revelou a necessidade do conhecimento real da fé professada na Igreja de Jesus Cristo para nela, em verdade, nos firmarmos e defendermos.
Nos seus 8 anos de pontificado e na renúncia deste, nos ensinou a humildade e simplicidade de coração. “Como o Cristo que despojou-se de Si e de Sua realeza por amor de muitos, assim fez o Santo Padre” numa oferta total de vida, confiando na vontade de Deus e no sustento da Sua graça. Não buscou a glória nem os aplausos, mas apenas ser um Colaborador da Verdade.
Se renova em nosso coração uma certeza: “Pedro, tu és pedra e sobre esta pedra Eu edificarei a Minha Igreja! E as postas do inferno não prevalecerão contra Ela”.
Ao Santo Padre, Bento XVI, sempre a nossa gratidão e o nosso amor pela sua generosa oferta de vida no serviço à Igreja, à humanidade. Permaneço com Sua Santidade. Permaneço para sempre com a Igreja Católica.

Lara Vaz

Link do artigo: “Bento XVI – Seu “norte” é a verdade com a caridade

Oração é verdadeiro encontro pessoal com Deus, enfatiza Bento XVI

“A oração é um verdadeiro encontro com Deus Pai, em Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo”, enfatizou o Papa Bento XVI na Catequese desta quarta-feira, 30. Aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, o Pontífice ressaltou que a oração “é o encontro com Deus que renova sua fidelidade inabalável, o seu ‘sim’ ao homem, a cada um de nós, para doar-nos à sua consolação em meio às tempestades da vida e nos fazer viver, unidos a Ele, uma existência plena de alegria e bem, que encontrará o seu cumprimento na vida eterna”.

Dando continuidade à meditação sobre a oração segundo as Cartas de São Paulo, o Santo Padre recordou aquilo que o apóstolo escreve: “A palavra de Deus, esta não se deixa acorrentar. Pelo que tudo suporta por amor dos escolhidos, para que também eles consigam a salvação em Jesus Cristo, com a glória eterna” (2Tm 2,9b-10).

“Paulo vive em grande tribulação, são muitas as dificuldades e as aflições que teve que atravessar, mas nunca cedeu ao desânimo, sustentado pela graça e pela proximidade com o Senhor Jesus Cristo, pelo qual se tornou apóstolo e testemunha da entrega de toda própria existência em Suas mãos. Não houve momento algum de sua vida de apóstolo de Cristo no qual tenha se sentido menos sustentado pelo Pai misericordioso, pelo Deus de toda consolação”, destacou.

A vida e o caminho cristão são marcados, muitas vezes, pela dificuldade, incompreensão e sofrimento. Mas o Papa reforça que no relacionamento fiel com o Senhor, na oração constante, cotidiana, é possível sentir a consolação que vem de Deus.

“Diante dos conflitos nas relações humanas, às vezes também familiares, nós somos levados a perseverar no amor gratuito, que requer empenho e sacrifício. Em vez disso, Deus não se cansa de nós, não se cansa nunca de ter paciência conosco e com sua imensa misericórdia nos precede sempre, vem ao nosso encontro por primeiro, é absolutamente confiável este seu ‘sim’. Na Cruz, Ele nos mostra a medida do seu amor, que não se calcula, não tem tamanho”, disse o Papa.

Não existe alguém que não seja alcançado ou convidado a este amor fiel, capaz de esperar, mesmo aqueles que continuamente respondem com o “não” de rejeição. O Santo Padre lembra que “Deus nos espera, nos busca sempre, quer acolher-nos na comunhão consigo para doar a cada um de nós a plenitude de vida, de esperança e de paz”.

Amém: resposta ao “sim” de Deus

Sobre o “sim” fiel de Deus une-se o “amém” da Igreja que ressoa em cada ação da liturgia: “Amém” é a resposta da fé que conclui sempre a oração pessoal e comunitária, e que expressa o “nosso ‘sim’ à iniciativa de Deus”. Esta é uma resposta habitual, que muitas vezes não tem seu significado profundamente compreendido.

“Este termo deriva do ‘aman’ que, em hebraico e em aramaico, significa ‘estabilizar’, ‘consolidar’ e, consequentemente, ‘estar certo’, ‘dizer a verdade’”, explica o Santo Padre.

Na oração pessoal, cada um é chamado a dizer “sim” a Deus, a responder com este “amém” de adesão, de fidelidade a Ele. Mas Bento XVI esclarece que esta fidelidade não é possível de ser conquistada com as forças humanas, mas vem com o empenho cotidiano, fundada sobre o “sim” de Cristo.

“É neste ‘sim’ que devemos entrar, até podermos repetir, como São Paulo, ‘já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim’. Então o ‘amém’ da nossa oração pessoal e comunitária envolverá e transformará toda a nossa vida”, disse o Papa aos peregrinos de língua portuguesa no fim da audiência geral na Praça de São Pedro.

(Comunidade Canção Nova – http://www.cancaonova.com)

Nossa Senhora do Rosário

Promessas a todos que rezarem o rosário…

“O Terço é a minha oração predileta. A todos, exorto, cordialmente, que o rezem”. (João Paulo II)

Nossa Senhora, em suas aparições, pede que rezemos o rosário e confiou valiosas promessas, a São Domingos e ao bem-aventurado Alan de La Roche.
Tomemos posse dessas promessas e rezemos com amor essa oração.

Primeira promessa

“A todos os que rezarem, com constância, o meu Rosário, receberão graças especiais”

Segunda promessa

“Aos que rezarem devotamente o meu Rosário, prometo minha especial proteção e as grandes graças.”

Terceira promessa

“Os devotos do meu Rosário serão dotados de uma armadura poderosa contra o inferno, pois conseguirão destruir o vício, o pecado, as heresias.”

Quarta promessa

“Aos que rezarem devotamente o meu Rosário, prometo minha especial proteção e as grandes graças.”

Quinta promessa

“Toda alma que recorre a mim, através da oração do Rosário, jamais será condenada.”

Sexta promessa

“Todo aquele que rezar devotamente o Rosário e aplicar-se na contemplação dos mistérios da redenção, não será atingido por desgraças; não será objeto da justiça divina, através de castigos e não morrerá impenitente. Se for justo, permanecerá como tal até a morte.”

Sétima promessa

“Os que realmente se devotarem à prática da oração do Rosário, não morrerão sem receber os sacramentos.”

Oitava promessa

“Todos aqueles que rezarem com fidelidade o meu Rosário, terão durante a vida e no instante da morte a plenitude das graças e serão favorecidos com os méritos dos santos.”

Nona promessa

“Os devotos do meu santo Rosário que forem para o Purgatório, eu os libertarei no mesmo dia.”

Décima promessa

“Os devotos do meu Rosário terão grande glória no Céu.”

Décima primeira promessa

“Tudo o que os meus fiéis devotos pedirem, através do meu Rosário, será concedido.”

Décima segunda promessa

“Aos missionários do meu santo Rosário prometo o meu auxílio em todas as suas necessidades.”

Décima terceira promessa

“Para todos os devotos do meu Rosário, eu consegui de meu Filho, a intercessão de toda a corte celeste, na vida e na morte.”

Décima quarta promessa

“Todos os que rezam o meu Rosário são meus filhos e irmãos de Jesus, meu unigênito.”

Décima quinta promessa

“A devoção ao meu Rosário é grande sinal de predestinação*.”

*predestinados à salvação

Oração a Nossa Senhora do Rosário

Nossa Senhora do Rosário, intercedei em favor de todos os filhos de Deus para que, pela oração do Santo Rosário, meditando os santos mistérios do nascimento, da vida, morte e ressurreição de Jesus, com a recitação das Ave-Marias, possamos como discípulos de teu Filho, proclamar a Boa Nova do Reino do Pai; vencer todos os males e todos os pecados, e chegar um dia, pela paixão e cruz de Cristo, à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Vida Mariana

Sem dúvida, é-nos impossível trazer na mente e no coração a figura de Maria, sem nos sentir movidos ao seu amor, sem experimentar a necessidade de lho demonstrar, procurando dar-lhe prazer e viver como verdadeiros filhos seus. Desse modo a vida “mariana”, isto é, a vida de intimidade com Maria, pode penetrar toda a nossa vida “cristã” e conduzir-nos à maior fidelidade no cumprimento dos deveres, porque nada pode agradar mais à divina Mãe do que ver os filhos cumprirem com amor a vontade do seu Jesus.

Por outro lado, a vida cristã vivida assim sob o olhar materno de Maria adquire aquela especial ternura e suavidade que nascem da companhia contínua da Mãe dulcíssima que rodeia de atenções os que a amam e a ela, confiantes, recorrem.

A verdadeira devoção a Nossa Senhora “não consiste… em estéril e passageiro sentimento… mas procede da fé verdadeira, pela qual… somos impelidos ao filial amor para com nossa Mãe e à imitação de suas virtudes” (LG 67). A imitação de Maria é justamente um dos principais aspectos da vida mariana.

Só Jesus é o “caminho” que conduz ao Pai, e nosso único modelo; porém, quem mais que Maria é semelhante a Jesus? Quem mais que Maria pode dizer que tem em si os mesmos sentimentos de Cristo? “Ó Senhora – exclama são Bernardo –, Deus habita em vós e vós nele… com a substância de vossa carne o revestis, e ele vos reveste com a glória de sua majestade” (De duod. Praerog. 6).

Habitando no seio puríssimo da Virgem, Jesus a revestiu de si, tornou-a participante de suas perfeições, infundiu nela seus sentimentos, desejos, afetos e vontades. Maria, por sua vez, abandonou-se inteiramente a ele e foi totalmente transformada nele, de tal modo que se tornou sua mais fiel cópia. “Maria – canta a Liturgia antiga – é imagem perfeitíssima de Cristo, pelo que bem podemos dizer que imitar Maria é imitar Jesus. Justamente por isso a Igreja a escolhe e a propõe como modelo.

Assim como não amamos Maria por si mesma e, sim, em relação a Cristo de quem é Mãe, assim também não a imitamos por si mesma, e sim, em relação a Cristo de que é a mais fiel imagem. Jesus é o único caminho para o Pai, e Maria é o caminho mais seguro e fácil para chegarmos a Jesus. Encarnando em si as perfeições do Pai, tornou Jesus possível a imitação de Deus; e Maria, tendo copiado em si as perfeições de Jesus, tornou-as mais acessíveis e as pôs mais ao alcance dos homens. Por outro lado, ninguém mais que ela pode dizer: “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1Cor 11,1). Como Jesus veio a nós por meio de Maria, assim é justo que os fiéis vão a Jesus por meio dela.

Extraído de: Madalena, Gabriel de Sta. Maria. Intimidade Divina. São Paulo: Loyola, 1988, pp. 373-374.

Frei Gabriel de Santa Maria Madalena
Fonte: Revista Shalom Maná

(Comunidade Católica Shalom – http://www.comshalom.org)

Oração: caminho de amizade

“A intimidade com Deus é o âmago da (nossa) vida comunitária” (ECCSh, 53). No interior da nossa Comunidade, recebemos o chamado a “desfrutar desta intimidade com Ele, em profundidade e intensidade” (ECCSh, 55). Devemos estar atentos para compreender, mesmo com nossas limitações, o verdadeiro e simples conceito do que é oração, do que é ser um homem íntimo de Deus.

“Oração é um tratado de amizade”, define Santa Teresa de Ávila, uma grande mística, mestra da oração e Doutora da Igreja. Orar profundamente é ser amigo daquele que nos concedeu o sopro da vida.

No Antigo Testamento, Moisés destacou-se como o homem que falava com Deus, que era amigo de Deus. No Novo Testamento, esse título encontra no apóstolo João sua melhor identidade. Ele, o discípulo amado pelo Amor, “humanizou”, trouxe à nossa realidade cotidiana esse trato de amizade com o Redentor.

João acolheu, de forma única, o amor de Cristo. Não por entendimentos precisos da divindade do Messias, mas por ter em Jesus um amigo, e amá-lo de forma livre, sincera, sem necessidade de teorias ou explicações.

É interessante notar que a todos os apóstolos Jesus concedeu uma missão específica: a Pedro, “o pescador de homens”, foram confiadas as chaves da Igreja; a Paulo, o convertido perseguidor, foi confiada a missão de evangelizar diversos povos; até o traidor, Judas Iscariotes, teve um serviço, um “múnus” próprio: era responsável pelas finanças dos doze… A João, o discípulo amado, foi confiada a intimidade do Coração do Senhor. Ele reclinava a cabeça sobre o peito dele e ouvia as batidas daquele “sacro” coração.

Desde o início, teve o desejo de conhecer a “morada do mestre” (cf. Jo 1,38-39). Buscou estabelecer com Ele uma relação de intimidade e tornou-se amigo do Senhor; amigo que pôde “compartilhar” vários, e particularmente de dois momentos especialíssimos na vida do Verbo de Deus: a Transfiguração e a Crucificação.

Jesus mostrou-se a João nas duas faces de sua glória: no Tabor, o amigo contemplou a realeza e a divindade do Filho do Altíssimo; no Gólgota, viu aquele coração tão conhecido, tão familiar ser traspassado; viu o nascimento da Igreja, viu a plenitude do amor que nos redime e recebeu em sua casa a própria mãe de Jesus! A quem, senão ao mais íntimo dos amigos, confiaria a própria mãe…

“À medida que perseverarmos e progredirmos na intimidade com Deus, sua presença será constante em todas as nossas atividades, por mais exigentes que sejam” (ECCSh, 56). Com certeza, João passou por inúmeras dificuldades durante o desenrolar da sua vida dedicada ao cumprimento da Vontade de Deus, principalmente depois da Ascensão de Jesus, quando não mais podia ter a presença física dele constantemente perto de si. Porém, uma vez amigo do Senhor, essa presença, no Espírito, existiria para sempre.

Determinemo-nos, portanto, a obter essa amizade com Deus; tanto nos alegres momentos do Tabor, como nos dolorosos tempos do Gólgota, livres dos nossos conceitos e preconceitos, de programações e esquemas. Façamos da nossa oração um encontro de duas verdades: de nossa parte, a fraca tentativa de viver a fidelidade ao Senhor; da parte dele, a verdade de amor e misericórdia. Se o Senhor, ao nos criar, fez-nos suas criaturas prediletas; pela Encarnação e vida humana, Ele quer nos tornar mais e mais unidos à sua Pessoa, pelo serviço, pela doação, pela oração… pela amizade!!!

A fidelidade de Deus se estende sobre todas as gerações

A fidelidade de Deus permanece para sempre, até quando nós não somos fiéis a Ele. As nossas falhas jamais serão cometidas por Deus, porque Ele nunca falha. Devemos sempre agradecer a fidelidade divina que nos envolve com ternura e nos sustenta.

A Palavra do Senhor é alimento que nos fortalece todos os dias. Que ela possa despertar a fé em todas as pessoas que deixaram de acreditar em Deus. Todo homem vive da fé que Deus lhe dá a cada dia.

A mensagem de Deus, no dia de hoje, serve para meditarmos diariamente, pois nos ensina a dar sempre uma nova oportunidade para quem nos feriu.

Nossa alegria deve ser a de fazermos a vontade de Deus, não as coisas do jeito que planejamos. Nem sempre nossos planos ocorrem da maneira que queremos, porque somos afetamos pelos planos de outras pessoas. Isso torna nossa vida mais bonita, porque as coisas acontecem como o Senhor quer e não do nosso jeito.

A felicidade não consiste em chegar onde queremos, mas saber por onde caminhamos; a felicidade se faz a caminho. Como vamos alcançar a meta é que nos faz feliz, ou seja, enquanto estamos caminhando, permanecemos com fé, esperança e, principalmente, com Deus.

A felicidade não se constrói sozinha, ela é como um casamento onde o homem e a mulher caminham juntos e se empenham para fazer o outro a caminhar.

Nem sempre precisamos alcançar todos os objetivos se temos Deus conosco. Quando O temos caminhando ao nosso lado, a vida é uma felicidade.

Nós temos muitos motivos para agradecer e alegrar, mas o principal motivo é saber que podemos sempre contar com a ajuda do Senhor em qualquer momento da nossa vida.

Se queremos alguma coisa e se for aquilo que Deus quer para nós, nada nos impedirá de alcançar, nem mesmo o inimigo terá forças para nos impedir.

Deus é fiel em Sua Palavra e Santo em todas as obras. Feliz é a pessoa que se entrega a Ele e faz a experiência de Lhe confiar sua vida, pois Deus nunca o abandonará.

Se você cair em algum momento da caminhada, levante-se, porque o que lhe faz forte é o movimento de se levantar. Você jamais será a mesma pessoa ao se levantar. Tenha fé, Deus nunca o abandonará e sempre lhe dará uma nova chance, porque Ele o ama e jamais desistirá de você.

(Canção Nova ;D Márcio Mendes – Formação)

Santa Teresinha a pequena , grande MULHER

No mês de Outubro, que é dedicado as missões, é sempre bom refletir sobre a nossa pequena Santa Teresinha, mas que por cumprir com fidelidade sua missão, se tornou numa grande Mulher, a Mulher modelo em: determinação, ideal, fidelidade, caridade, maturidade, apesar da pouca idade.
No Carmelo Santa Teresinha encontrou o seu Céu na terra, mas também seu Calvário, ela mesma em uma de suas cartas escreve: “O que importa se a vida esta sorrindo ou esta triste, por causa disto não chegaremos tampouco até a meta de nossa viagem terrestre, um dia sem sofrimento é para uma carmelita um dia perdido”.
A grande missionária fez ecoar de dentro de sua cela o maior grito de amor por um ideal e que chega ainda hoje aos nossos ouvidos com a mesma força. Força de um amor que se tornou mais forte do que a morte.
Santa Teresinha no Carmelo teve a oportunidade de exercer a sua vocação que, segundo ela mesma, dizia que a sua vocação era o amor, e de transforma-la em missão. A missão que Teresinha colocou em exercício foi baseada no sofrimento de Jesus no alto da Cruz, inocentar os pecadores, “Pai perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”, quantas vezes vemos em seus escritos Teresinha perdoando suas irmãs, principalmente aquelas que mais as perseguiam? Teresinha tinha como o Cristo sede de justiça, fome de libertação, em gestos concretos ela com toda a sua fragilidade, sacia a sede e fome de Deus daqueles e daquelas que Deus permite cruzar em seu caminho.
Na aceitação do sofrimento e pelo silêncio de quem sabe que palavras nem sempre conseguem expressar verdadeiros sentimentos, ela consegue arrebatar mais para perto da Cruz, para que, como ela, pudessem entrar no grande Mistério do Amor de um Deus que se aniquila por amor aos seus.
Teresinha em todo o seu caminhar rumo a montanha Santa sempre deixou muito claro que nunca estava sozinha, mas que tinha alguém muito superior a ela que lhe fazia companhia, que era uma presença constante na sua vida desde criança, quando em seu leito de morte, viu a Virgem Maria, aquela que por se fazer escrava de seu Senhor, este mesmo Senhor a constituiu SENHORA, Senhora do Céu e da terra, e que para com ela tinha um amor de predileção. Teresinha faz da Virgem Maria Co-redentora de sua história, uma vez que sua história pertencia a seu Filho Jesus Cristo.
Santa Teresinha fazia questão que seu amor transcendesse de sua cela e percorresse por todos os lugares do convento e só parasse quando encontrasse alguém que dele precisasse, mesmo que este alguém fosse sua inimiga. Teresinha entendeu muito bem a mensagem da Cruz, “HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO”, foi o que Jesus disse ao ladrão, e é por isso que Santa Teresinha, procurando amar principalmente aquelas que lhes roubavam a paz, a tranquilidade e a sua liberdade de expressar, queria que através de seu gesto concreto de amor sentisse que Deus estava abrindo as portas do Céu, e introduzindo-as no Paraíso, grande lição de amor por quem se dizia ser tão pequenina.
Que todos possamos colher para nós, no Jardim de rosas de Santa Teresinha, a rosa que pode perfumar as nossas vidas e que também exale seu perfume na vida daqueles que Deus permitir que cruzem nossos caminhos.

Santa Teresinha Rogai por nós.

FONTE.: http://comfamiliadenazare.blogspot.com/2011/10/santa-teresinha-pequena-grande-mulher.html