Carta à Madre

Carta à Madre

Em Junho de 1879, por empenho da Madre Inês de Jesus (Paulina), Madre Maria de Gonzaga – reeleita priora a 21 de março de 1896, como sucessora de Madre Incês de Jesus – ordenou a Teresa que continuasse a escrever suas reminiscências.
Ela então expressa seus sentimentos no papel. Agradece à Madre Maria de Gonzaga pela educação enérgica que a fez ficar forte para seguir seu caminho.
Manifesta que deseja ser santa, mas sentia que entre os santos que conhecia e ela havia uma distância enorme. “Procurarei um meio de ir para o Céu por uma trilha reta, bem curta, uma trilha inteiramente nova”. Lembrou-se que Deus ajudava e consolava os pequeninos. E Teresa se julgava nada mais que pequenina. Assim, diminuta, chegaria aos braços do Senhor e continuaria sua missão desde os Céus.
Na Sexta-feira Santa do ano anterior à carta, Teresa diz que Jesus deu-lhe mais uma prova de que em breve iria visitá-lo no Céu. Sentia morrer. Era a primeira hemoptise causada pela tuberculose.
Ela fala do seu desejo de morrer de amor por Jesus e que gostaria de ficar doente a vida toda, se fosse do agrado do Bom Deus.
Teresa nos deixou em seus manuscritos autobiográficos não somente as lembranças de sua infância e adolescência, mas também o retrato de sua alma e a descrição de suas experiências mais íntimas. Descreve e comunica a suas noviças, confiadas aos seus cuidados, o caminho da infância espiritual; e recebe como dom especial a tarefa de acompanhar com a oração e o sacrifício os irmãos missionários (o Padre Roulland, missionário na China, e o Pe. Belliére).
Ressalta o quanto era imperfeita na época do noviciado e que hoje Jesus a faz amadurecer e florescer.
Ele diz, por exemplo, que é preciso amar os inimigos. No Carmelo não existiam inimigos, mas existiam as simpatias. E Teresa ia mais fundo: achava que além de amar era preciso demonstrar e ajudar ao próximo, mesmo que ele seja rude!
Também não se deve reclamar, nem pedir coisas.
Assim como os bens da terra, os bens dos Céus nos podem ser dados e depois retirados por Deus, como rasgos do coração e de inteligência.
“Jesus concedeu-me a graça de não apegar-me aos bens do espírito e do coração, nem tampouco aos bens da terra”. O pensamento pertence ao Espírito Santo, não a nós!
No Carmelo, Teresinha também, aprendeu que não deveria se apegar às pessoas de forma humana, e sim espiritual. Tentava ajudar as outras irmãs apontando-les as faltas que cometiam. Aprendeu que deveria ter um trato com cada uma, pois as almas são mais diferentes que as fisionomias. Para ela custava fazer isso, mas era outro sofrimento quen a levaria mais próxima de Deus.
Aprendeu também que a oração é um impulso do coração, um simples olhar que se lança aos céus. Não é necessário usar palavras e frases bonitas, Jesus vai entender o simples.
As irmãs consideradas “santas” no Carmelo eram as que tinham mais companhia. Mas Teresa acreditava que ficar com as irmãs “menos amáveis” era melhor, pois queria alegrar a Jesus e seguir Seu conselho, que é melhor oferecer ao que não pode retribuir, pois Deus o recompensará.
Um de seus natos de caridade consistia em ficar ao lado de uma irmã que fazia um ruído muito alto, como se fossem duas conchas se roçando, e rezar perto dela.
Outra vez, as irmãs estavam lavando roupa e espirrava água suja no rosto de Teresa. Ao invés de limpar-se resolveu aceitar, como se fosse uma preciosidade.

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Na montanha do Carmelo

Na montanha do Carmelo

Com felicidade, a florzinha despediu-se de sua família para subir à montanha do Carmelo.
No exame que precedeu a sua profissão, Santa Teresinha respondeu com uma simples e arrebatadora frase o que foi fazer no Carmelo:

“Vim para salvar as almas e principalmente para rezar pelos sacerdotes.”

Ela sentia grande dificuldade em abrir sua alma, não sabia externar em palavras o que nela se passava.
Certo dia, uma das Madres disse que Teresinha não tinha muito o que desabafar porque sua alma era extremamente simples. E quanto mais perfeita fosse, mais simples ficaria.
Pensava que era muito “pequenina” para praticar grandes sacrifícios. Ao invés de praticvar penitências e mortificações, Teresinha rebaizava seu amor-próprio para debaixo dos pés. Tinha na humildade a forma de estar mais próxima a Jesus.
A cerimônia de tomada de hábito ocorreria em Janeiro de 1889. Ela não sabia que um mês depois, seu pai, seu “Reizinho”, beberia “o mais amargo e humilhante de todos os cálices”.
Doente, o Sr. Martin teve que deixar Lisieux em fevereiro para internar-se em uma casa de saúde.
A entrada de sua filhinha na profissão religiosa foi marcada para alguns meses depois, em 8 de setembro.
Na chegada do belo dia de suas núpcias, a nova esposa de Cristo passou por mais uma provação.
“O demônio insuflava-me a certeza de que não era feita para mim”. Pela primeira vez, duvidou de sua vocação.
Foi manifestar esse pensamento a sua Mestra (Madre Genoveva), angustiada. Felizmente, ela a tranquilizou e afastou sua incerteza. “O ato de humildade que eu acabava de praticar (contar a sua dúvida), afugentara o demônio (…)”.
Para Teresinha era uma graça inapreciável ter a oportunidade de conviver com uma pessoa que considerava Santa de verdade como a Madre Genoveva. E a experiência de assistir à morte dela encheu teresinha de ainda mais fervor.
Na agonia final da Madre, a florzinha pegou em um paninho fino a última lágrima da Santa, como relíquia. E resolveu levá-la sempre consigo, em sua bolsinha de guardar seus votos.
Um mês após a morte da Madre, o Carmelo passou por uma epidemia de influenza e muitas irmãs morreram. Teresinha conseguiu manter-se sã e tinha como consolo receber todos os dias a Santa Comunhão.
No Carmelo começou o caminho da perfeição traçado pela Madre Fundadora, Teresa de Jesus, com autêntico fervor e fidelidade, cumprindo os diferentes ofícios que lhe foram confiados, como o de mestra das noviças. Iluminada pela Palavra de Deus, e provada especialmente pela enfermidade de seu querido pai, que faleceu em julho de 1894, iniciou o caminho para a santidade, inspirada na leitura do Evangelho e pondo o amor no centro de tudo.
Em carta escrita à Irmã Maria do Sagrado Coração, Teresinha tenta explicar-lhe sua “pequena doutrina”:

“Minha consolação é não ter nenhuma na terra. Sem se mostrar, sem fazer ouvir sua voz, Jesus instruiu-me à puridade, e não foi por meio de livros, porquanto não entendo o que leio. Às vezes, porém, alguma palavra me consola, como esta que apanhei ao terminar a oração (depois de sentir-me largada no silêncio e na secura): ‘Eis o mestre que te dou! Ensinar-te-á tudo o que deves fazer: Quero levar-te a ler no livor da vida, onde se contém a ciência do AMOR’ “.

Um dia Santa Teresinha (em sonho) deparou-se com três carmelitas que pareciam vindas do céu. Uma delas, Madre Ana de Jesus, fundadora do Carmelo na França, aproximou-se e deixou seu rosto ser visto, encobrindo a florzinha com o véu.
A menina perguntou então se o Bom Deus viria logo buscá-la da terra, ao que a Madre disse que sim. Era já a antecipação de que morreria logo.
No dia do sexto aniversário da união de Teresinha com Jesus, ela escreveu em seus manuscritos que sentia que precisava ser mais, além de carmelita, Esposa e Mãe. Também queria ser Guerreira, Sacerdote, Apóstola, Doutora e Mártir. “Sinto o desejo de realizar por Ti, Jesus, todas as obras, as mais heróicas (…) desejaria morrer no campo de batalha pela defesa da Igreja” Até que encontrou consolo:

“Como, na oração, meus desejos me faziam passar por verdadeiro martírio, abri as epístolas de São Paulo, a fim de buscar alguma resposta. Dei com os olhos nos capítulos 12 e 13 da primeira espístola aos coríntios… Li, no primeiro deles, que nbem todos podem ser apóstolos, profetas, doutores, etc… que a Igreja se compões de mebros diversos, e que o olho não poderia ser mão ao mesmo tempo”. Em continuação à leitura: O apóstolo explica como todos os dons mais perfeitos não são nada sem o Amor… que a caridade é o caminho por exelência, o qual leva a Deus com segurança. Compreendi que o Amor abrange todas as vocações, alcançando todos os tempos e todos os lugares… numa palavra, é eterno. Minha vocação é o Amor (…). Ó Jesus, sei que o amor só com amor se paga”.

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A ida ao Carmelo

A ida ao Carmelo

Até sua entrada no Carmelo, a florzinha leu muitos livros. E suas leituras sobre as heroínas francesas, como Joana D’Arc, a faziam querer ser igual a elas, pois sentia em seu coração o mesmo ardor e inspiração celestial.

“O Bom Deus, porém, de pronto me fazia intuir que a verdadeira glória é a que dura eternamente, não havendo, para sua consecução, necessidade de realizar obras aparatosas, mas de esconder-se e praticar a virtude. Recebi então uma graça que sempre tomei como uma das maiores em minha vida (…) O Bom Deus fez-me compreender que minha glória característica não apareceria aos olhos dos mortais, mas consistiria em tornar-me grande Santa!!!”

Mas Teresa teve que passar por muitas provações para tornar-se santa.
Na noite de Natal, Jesus operou um milagre para Teresinha crescer de vez. Ela tinha muito desejo de entrar no Carmelo. Então, parou de chorar e não perdeu mais nenhuma batalha.
A Santa tinha que ser forte para trabalhar pela conversão dos pecadores.
Aos catorze anos Teresa pediu permissão ao pai para entrar no Carmelo, sabia que aquele era o seu destino. Ele assentiu, mas ainda teria de passar por muitas etapas e espera até que seu caminho fosse seguido. Ela ainda era ainda muito jovem para tomar esta decisão e sua pouca idade foi o maior empecilho para obter a permissão de entrar no Carmelo.
Falou com o superior eclesiástico do Carmelo, além do bispo de Bayeux e Lisieux, mas nenhum deles conseguiu ajudá-la.
Foi então a Roma, em peregrinação por ocasião do áureo jubileu sacerdotal de Leão XIII, o Sumo Pontífice da época.
Antes de ir á Cidade Eterna, esteve em Paris e se deparou com uma imagem de
Nossa Senhora das Vitórias. Sentiu muitas graças, comparáveis com a de sua 1° comunhão.
Durante o trajeto, passou por muitas paisagens bonitas, onde comtemplava a natureza e enraizava-se em seu coração que sua vocação não poderia estar mais certa.
Até que, por fim, chegou em Roma. Visitou o coliseu, a Igreja de Santa Inês, entre outros pontos que eram as principais maravilhas da cidade.
Mas foi depois de alguns dias em Roma que Teresinha fez a mais importante das visitas: ao Papa Leão XIII. Dele dependia sua vocação e a permissão para entrar no Carmelo.
Em 20 de Novembro de 1887 ela fez pessoalmente sua súplica ao Santo Padre:

“Santíssimo Padre, em honra de vosso jubileu, dai-me a permissão de entrar para
o Carmelo com 15 anos de idade!”
Então, ele disse: “Entrareis se o Bom Deus o quiser!”

Da visita ao Papa, retonou a França com seu pai e Celina. Tinha feito tudo em seu alcance para entrar no Carmelo. Meses se passaram sem uma resposta positiva, mas Teresinha tinha FÉ que seu caminho não podia ser desviado. E estava certa. No final de 1887, o Sr. Bispo de Bayeux enviou uma carta à Madre Maria de Gonzaga, superiora do Carmelo, consentindo a entrada da santinha após a quaresma. Ela então se juntaria
às queridas irmãs Maria e Paulina e deixaria grandes lições de vida para a posteridade.

[continua…]

Sofrimentos começam

Sofrimentos começam

Teresinha mudou-se com o pai e as irmãs para Lisieux, também na França, para
ficar mais próxima da família materna.
Já como sinal do que seria sua vida, a primeira palavra que conseguiu soletrar sozinha foi “céus”.
Aos oito anos, começou seu caminho em direção a Jesus. Ela foi morar com Celina no pensionato
mantido pelas monjas Beneditinas, junto á Abadia de Notre-Dame-du-Pré.
Segundo ela, foram os cinco anos mais tristonhos de sua vida, pois, como entrou muito adiantada
na turma, alguns ficaram invejosos de seu emprenho e a tratavam sem gentilezas.
Apesar do período difícil, depois da morte da mãe, a segunda grande provação de Santa Teresinha
foi ter que se separar de sua segunda mãe, Paulina; a irmã mais velha enfim entrara no Carmelo de Lisieux.
no claustro. A Santinha ficaria órfã duas vezes.
Então, Paulina descreveu o Carmelo à Teresinha. Ela ficou maravilhada e sentiu que aquele era
o seu destino, seu chamado, e que um dia também iria se unir a ela no Carmelo e encontrar
o caminho de Deus.
Mesmo assim, sofreu muito com o distanciamento de Paulina e chegou a ficar doente.
Ela julgou ser obra do demônio.
A Florzinha foi murchando em uma cama. Mas tinha um sol junto de si:
a imagem Milagrosa da Santíssima Virgem.
Com piedade de seu sofrimento, a Santíssima Virgem pareceu-lhe bela, sorrindo para ela.
O que ocorreu nesta hora ela escreve em seus manuscritos:

“Nesta altura, desvaneceram-se todos os meus sofrimentos (…). Oh! Pensei comigo,
a Santíssima Virgem sorriu para mim, como sou feliz”

O belo sorriso aliviou sua dor e a curou da doença. Mas dizer este segredo a outras pessoas
foi um tormento à Florzinha, pois imaginavam algo muito diferente, muito mais grandioso
do que ela tinha visto. Foi simplesmente a linda figura da Virgem que a impressionou.
Já recuperada, Teresa retomou os estudos na Abadia e preparou-se para sua primeira comunhão.
“Foi um ósculo de amor (…) dizia: ‘Amo-vos, entrego-me a Vós para sempre’ “.
Ela e Jesus eram um só, se haviam fundido.
Um certo Domingo, olhando uma gravura de Nosso Senhor na Cruz, impressionou-se com o sangue que escorria de uma de suas mãos divinas. Sentiu grande dor ao ver que ninguém corria a recolher o sagrado
sangue que corria por terra. Decidiu então recolhê-lo por terra e, depois, espalhá-lo às almas.
O grito de Jesus na cruz reverberava em seu coração: “Tenho sede”.
Depois de receber uma graça, compreendeu o que significava aquele sentimento.
Ás almas deveria dar o Sangue de Jesus, e a Jesus oferecia as mesmas almas retemperadas com seu
divino orvalho. Era a piedade, a ajuda, a oração pelos pecadores, fazendo sua conversão,
que matariam a sede do Salvador.

[continua…]

Não quero ser santa pela metade

Não quero ser santa pela metade

Um dia, julgando-se muito crescida para brincar com bonecas,
Leônia foi ao encontro das duasinseparáveis e lhes ofertou brinquedos,
pedindo que escolhessem o que queriam.
Teresinha disse: ” Escolho tudo! “, e apoderou-se do presente.
Anos depois, ao escrever suas memórias, Teresinha fala sobre este fato:

” Este pequeno episódio de minha infância é o apanhado de toda a minha vida.
Mais tarde, quando se me tornou evidente o que era perfeição, compreendi que
para se tornar santa era preciso sofrer muito (…). Compreendi que na perfeição havia muitos graus
e que cada alma era livre em responder às solicitações de Nosso Senhor,
em fazer muito pouco por Ele, numa palavra, em escolher os sacrifícios que exige.
Então, como nos dias de minha primeira infância, exclamei:
‘ Meu Deus, escolho tudo ‘. Não quero ser santa pela metade. “

Em um de seus sonhos, aos quatro anos de idade, a Santinha viu dois demônios que fugiam
de seu olhar, correndo, como se tivessem medo dela.
Para ela, Deus permitiu-lhe guardar esta lembrança ao ongo dos anos como mensagem
de que uma alma em estado de graça nada deve temer. Ela é mais forte que os demônios,
que fogem do olhar de uma criança.
Mas o primeiro grande sofrimento desta menininha aconteceria cedo, muito cedo.
A mãe, acamada pela doença, já não nutria forças para ficar com as filhinhas. Até que veio a falecer,
depois de muito agonizar. Então, Teresinha escolheu a irmã Paulina como nova mãe.
Depois da morte da mãe, em Agosto de 1877, Teresinha, de menina viva e alegre, tornou-se
chorosa e tímida. E assim entraria na segunda e mais dolorosa fase de sua vida.

[continua…]

O começo de tudo

Santa Teresinha

(Do livro Rosas de Santa Teresinha –
Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus)

O começo de tudo

A vida de Santa Teresinha tem início em 2 de Janeiro de 1873,
quando nasce na cidade de Aleçon, na França.
Em trecho retirado de sua Autobiografia, esla escreve:

” A flor que vai narrar sua história folga em ter que publicar os
obséquios totalmente gratuitos por parte de Jesus.
Foi Ele quea fez nascer em terra santa, como que toda impregnada de virginal perfume.
Foi Ele que lhe fez precederem oito Lírios rutilantes de brancura.
Quis, em seu amor, preservar sua florzinha do sopro mefítico do mundo “

Resgistrada como Maria Francisca Teresa Martin, ela é a caçula de nove filhos.
Destes, quatro vieram a falecer ainda crianças, restando aos pais Luis Martin e Zélia Guérin
apenas cinco mulheres.
Desde pequena, sua trajetória foi marcada por sofrimentos que lhe doíam fundo a alma,
mas a deixaram cada vez mais próxima de Deus.
Tomada por um câncer, sua mãe não pode ofertar à pequena a mesma dedicação
que conseguiu das às outras irmãs. Para que pudesse crescer saudável,
foi amamentada por outra mulher e cuidada pelas irmãs.
Ficou doente logo em seu primeiro ano de vida, até que desabrochou em uma linda
menininha loura, de olhos azuis e muito sensível.
Suas lágrimas vinham facilmente ao serem aflorados quaisquer sentimentos,
de felicidade ou de tristeza.
Teresinha era a alegria da casa e mimada pelas irmãs: Maria, sua madrinha,
Paulina, que mais tarde escolheria como mãe, Celina e Leônia.
Tinha como ideal de criança à Paulina, mas sua afinidade maior era com Celina que,
apesar de mais velha, tinha atitudes menos maduras que as da irmãzinha.
Teceriam uma linda amizade e seriam inseparáveis, a ponto de Teresa chorar se era separada da irmã.

[continua…]